10/01/2018 09:00
Organização e Gestão da loja

Veja as 3 melhores práticas de segurança do trabalho para varejo!

 

 

A segurança do trabalho tem por objetivo assegurar a integridade dos colaboradores de uma empresa. Porém, seja por negligência ou falta de conhecimento, muitas práticas são esquecidas no meio empresarial, trazendo graves consequências para o trabalhador e, também, para o negócio.

No ambiente de trabalho, um profissional está sujeito a diversos acidentes. Em uma construção civil, por exemplo, existe a possibilidade de ser atingido por materiais da obra ou então cair de lugares altos. Já em um laboratório químico, pode acontecer a contaminação por algum produto que esteja sendo manipulado.

Um hospital, por sua vez, oferece o risco de o profissional se contaminar com algum vírus ou bactéria. Até mesmo trabalhadores de uma loja ou escritório têm riscos de acidentes, como, por exemplo, problemas causados por esforço repetitivo, ritmo excessivo de trabalho ou carregar equipamentos muito pesados.

Para evitar que seus colaboradores tenham algum problema ou que a sua empresa seja prejudicada por acidentes, é necessário desenvolver mecanismos de segurança do trabalho. Quer saber como? Então acompanhe os próximos parágrafos!

 

1. Criar cultura de segurança

O primeiro passo é fazer com que a sua equipe entenda a importância da segurança na empresa. É comum ver profissionais que não usam os equipamentos de proteção individual (EPIs) ou preferem não seguir as normas da companhia. Essa atitude pode desencadear situação ruins para as duas partes.

Além de oferecer todos os equipamentos necessários, é preciso criar uma cultura de segurança do trabalho junto aos seus colaboradores. Mostrar situações de risco, apresentar casos de acidente e explicar como essas situações podem ser contornadas é um bom começo para criar um ambiente mais harmônico.

 

2. Fiscalizar riscos à segurança

Existem diversas situações que podem colocar em risco um funcionário. É preciso saber quais são elas, os meios de evitá-las e fiscalizar para que as normas sejam cumpridas. Caso contrário, mesmo que você tenha uma política de segurança muito bem definida, está sujeito a ter acidentes em seu estabelecimento.

Uma loja de material de construção, por exemplo, possui vários riscos à saúde. Desde materiais pontiagudos que podem perfurar colaboradores, passando por materiais químicos que causam intoxicação até insumos pesados que podem cair em cima das pessoas ou gerar lesões ao serem carregados.

 

3. Definir estratégias de prevenção a acidentes

Não basta ter uma cultura organizacional voltada para a segurança e fiscalizar os possíveis riscos à saúde, é preciso contar com uma estratégia de prevenção muito bem definida. É a partir desse planejamento que você conseguirá normatizar o seu estabelecimento e oferecer as condições necessárias para as pessoas trabalharem.

Para isso, liste tudo o que possa oferecer algum tipo de risco à saúde e à integridade física de seus trabalhadores. Depois, procure saber o que pode ser feito para reduzir as possibilidades de acidente e quais equipamentos de segurança são necessários.

Assim, é possível desenvolver um planejamento de segurança eficiente e que resguarde tanto a sua empresa quanto seus colaboradores, criando um ambiente profissional adequado e um cultura corporativa responsável.

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16
Abr
2019

Revolução da organização de parafusos na loja de material de construção

    Olá. Hoje vim aqui escrever a respeito de algo que nos chamou muita atenção há algum tempo, e posteriormente virou um dos nossos produtos de mais sucesso.   Nas minhas viagens procuro sempre visitar as lojas dos principais Home Centers do Brasil, um dos motivos é que alguns são nossos clientes e o outro é que eles sempre lançam tendência em relação a organização de loja e formatos de venda. Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a forma que eles vendem parafusos.   Por serem lojas grandes e todas em formato de auto-serviço, fica inviável vender parafusos a granel pois o controle de estoque é difícil, o cliente não consegue se servir sozinho porque o produto não tem código de barras, enfim um produto de baixo valor agregado fica difícil de se vender sozinho.     MANEIRA ANTIGA DE VENDER PARAFUSOS      > PRODUTOS SEM CÓDIGO DE BARRAS    > BAIXO CONTROLE DE ESTOQUE    > FURTO E PERDAS DE PRODUTOS    > NECESSIDADE DA AJUDA DE UM VENDEDOR    > VISUAL NADA ATRATIVO    > NECESSIDADE CONSTANTE DE ORGANIZAÇÃO     Revolucionando a venda de parafusos O que eles fizeram? Passaram a vender os parafusos encartelados em pequenas quantidades. Dessa forma o cliente consegue comprar o que precisa sem ajuda de nenhum vendedor (É claro, os vendedores estão sempre lá para ajudar e tirar dúvidas). Contudo, nesse formato, o produto passa a ter código de barras, o cliente rapidamente escolhe já passa no caixa e o controle de estoque da loja fica muito mais organizado. Isso me saltou aos olhos e percebi que não tinha empresas fazendo esse serviço, de forma satisfatória, para lojas de porte grande em cidades menores.     GOMA Bric Foi assim que surgiu a linha GOMA Bric, uma forma diferente das lojas de materiais de construção venderem parafusos. Um jeito mais convidativo aos olhos do cliente, algo que desperte seu interesse e o induza a comprar.   Utilizando o expositor Goma Bric, os parafusos ficam muito mais organizados e convidativos para compra. Pode-se ver um exemplo na foto abaixo.   Expositor Goma     Nossa linha de parafusos Goma Bric disponibiliza um expositor onde através de um único lugar consegue oferecer todos os tipos de parafuso para seu cliente. Assim, os tipos e tamanhos ficam organizados e catalogados, ficando fácil de o vendedor vender ou de o cliente achar um parafuso específico.   VANTAGENS EXPOSITOR GOMA BRIC: A - TODOS OS PARAFUSOS ORGANIZADOS EM UM SÓ LUGAR; B - EXPOSITOR BONITO QUE CONVIDA O CLIENTE A COMPRAR; C - VENDA RÁPIDA, AGILIDADE PARA O VENDEDOR E SATISFAÇÃO PARA O CLIENTE.   Outra grande vantagem é ter um mix de produtos que realmente giram. Nós fizemos uma pesquisa prévia dos produtos que mais vendem e oferecemos somente o que acreditamos ser necessário para loja. Deixamos nossos cliente a vontade para montar seu mix e também sugerir outros produtos para adicionarmos na linha!         Guilherme Zanini Sócio Proprietário GOMA    

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17
Out
2018

Como elaborar política de troca de produto na loja

    Quem está inserido no comércio, seja varejista, seja de atacado, tem que lidar com a troca de produto. Mas o que a legislação diz a respeito? Quais são as obrigações da loja? E os direitos dos consumidores? A questão é simples e bem definida do ponto de vista legal. Para lojas físicas, não é necessário permitir a troca ou a devolução em razão de arrependimento, gosto ou motivo pessoal, de forma que a possibilidade pode ser autorizada, ou não, conforme decisão do lojista em prazo e condições por ele especificadas. Entretanto, em caso de defeitos, para compras feitas pela internet ou catálogos, o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990) é claro. A troca ou devolução são obrigatórias em até sete dias contados a partir do recebimento do produto (por arrependimento ou qualquer outra razão). Nesses casos, a empresa é responsável pela devolução integral do valor pago e pelo custeio das taxas de transporte. Listamos abaixo quatro dicas que vão ajudar você a elaborar uma política de troca de produtos na sua loja. Confira quais são elas agora mesmo!   Exponha a sua política de troca e devolução Conforme explicamos acima, em casos de loja física, a troca de produto não é obrigatória, mas é de bom tom oferecer a possibilidade dentro de regras estabelecidas. Por isso, é importante, no ato da compra, que o vendedor informe ao cliente qual é a política de troca e de devolução da loja. Em geral, o prazo pode variar de 7 a 30 dias, mediante apresentação de cupom fiscal. Além de reforçar as condições para troca no ato do pagamento, outra dica é fixar próximo ao caixa um aviso explicando qual é o posicionamento da loja e as regras em situações desse tipo.     Gere um bom relacionamento Para gerar um bom relacionamento e garantir que a política de troca não seja um ponto de discordância entre clientes e loja, é preciso ser claro e objetivo. Definir bem as condições de troca e prazos, especificando as regras para produtos com ou sem defeito, se existe reembolso, troca imediata ou sistema de crédito e como ficam os custos para transporte do produto adquirido e que precisará ser devolvido é essencial. Mantendo as regras claras e um diálogo honesto, o lojista gera um bom relacionamento com o cliente e estabelece um vínculo de confiança, importante para que a relação comercial seja duradoura.   Promova um atendimento diferenciado Outra dica é promover um atendimento diferenciado. Isso é primordial para o sucesso da venda, já que, quanto mais personalizado for o atendimento, maiores são as chances de que a negociação seja satisfatória, ou seja, que as necessidades reais do cliente sejam supridas com a compra, eliminando a ocorrência de trocas.   Trabalhe o pós-venda Trabalhar o pós-venda também é relevante para cativar os clientes. Essa dica está diretamente ligada à anterior, sobre promover um atendimento diferenciado. O relacionamento entre consumidor e loja não termina no ato da compra, mas perdura durante a utilização das mercadorias adquiridas. Por isso, mantenha ações focadas no pós-venda, como criação de newsletter para alimentação de consumidores, programas de fidelização com vantagens para clientes mais ativos, uma simples ligação para checar se correu tudo bem com a entrega dos produtos etc. Ações simples fazem toda a diferença e auxiliam também na satisfação do consumidor com a loja e com os produtos, minimizando a ocorrência de trocas. Conforme mostramos ao longo do texto, elaborar a política de troca de produto não é complicado. Pelo contrário. Basta definir as regras com seriedade, garantir uma comunicação clara e direta sobre as normas, prestar um atendimento diferenciado e investir em ações de pós-venda. Dessa forma, a negociação tem tudo para transcorrer de maneira eficiente e o relacionamento entre loja e cliente tem tudo para perdurar. Gostou do nosso artigo sobre elaboração de política de trocas? Então que tal assinar nossa newsletter e receber periodicamente dicas sobre gestão e varejo?  

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09
Out
2018

Aprenda como montar uma vitrine!

  Além de oferecer produtos diferenciados, estabelecer o comércio em um ponto movimentado, definir ações de marketing, obter bom controle de estoque e fluxo de caixa, capacitar funcionários e manter os preços competitivos, o lojista precisa chamar atenção dos consumidores. Atraí-los. Para conquistar tal objetivo, é necessário saber como montar uma vitrine interessante. Isso porque, a vitrine é o principal cartão de visitas do comerciante e acertar na montagem faz com que um número maior de potenciais compradores entrem no estabelecimento. Aliando a decisão de entrada com os outros itens citados acima, como qualidade, preço e bom atendimento, o resultado é apenas um: o sucesso.   Quer aprender como montar uma vitrine eficiente? Confira as dicas que listamos abaixo agora mesmo! Conheça o seu público Antes de se preocupar em como montar uma vitrine, é preciso conhecer seu público. Saber, de fato, quem você quer atrair e o que você tem a oferecer a essa pessoa é primordial para criar uma vitrine que dialogue diretamente com ela. Por isso, tenha em mente o foco na solução, ou seja, em oferecer ao seu cliente ideal o que ele precisa.   Fique atento à iluminação Também é primordial ficar atento à iluminação. A luz é capaz de provocar sensações nos consumidores, valorizando produtos, criando ambientes atraentes, instigando-os. A iluminação amarela, por exemplo, cria ares intimistas e de acolhimento, enquanto a iluminação branca é alegre e vibrante. Além de impactar na atmosfera da vitrine, a iluminação é capaz de valorizar produtos, por meio de spots direcionados ou giratórios. A técnica é eficaz na medida em que faz com que o consumidor dê mais atenção aos produtos mais interessantes para o lojista, como itens promocionais, itens sazonais ou itens em grande volume no estoque.   Evite exageros A vitrine é o cartão de visitas da loja e, por isso, deve conter informações na medida certa. Não é interessante incluir dezenas de produtos na vitrine. É preciso planejar a disposição dos itens de maneira harmônica, sem deixar muito espaço inutilizado ou criar um ambiente tumultuado. O objetivo é produzir uma vitrine que mostre o que o consumidor quer ver e o instigue a entrar no estabelecimento e não criar um catálogo de produtos.     Relacione os produtos entre si A vitrine que relaciona produtos entre si é muito mais eficiente. Isso porque desperta sensações de desejo no consumidor, mostrando como diferentes itens são complementares de uma maneira simples, didática, objetiva e visual.     Evite os erros comuns Os principais erros cometidos por lojistas que não sabem bem como montar uma vitrine são: a desorganização; a falta de planejamento estratégico na montagem; o não acompanhamento das tendências; a "propaganda enganosa". Criar uma vitrine desorganizada passa impressão de falta de profissionalismo. Falhar no planejamento estratégico cria um aspecto de desordem. Não acompanhar as tendências mostra que o lojista não se preocupa e não analisa a concorrência, enquanto oferecer produtos que não estão disponíveis faz com que o consumidor sinta-se enganado. Conforme mostramos neste post, saber como montar uma vitrine interessante é primordial para o sucesso da loja. Conhecendo seu público, ficando atento à iluminação, evitando exageros, criando uma combinação harmoniosa e evitando os erros mais comuns, certamente, você vai montar uma vitrine capaz de levar muitos consumidores para dentro da loja! Gostou das nossas dicas sobre como montar uma vitrine? Então, que tal aprender  a criar promoções e aumentar as vendas? Veja como fazer a lucratividade da loja crescer de maneira saudável e eficiente!

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