25/01/2018 08:00
GOMA Produtos

Afinal, o que é polietileno e quais são suas vantagens

 

 

Existem diversas aplicações para o polietileno. O intenso uso desse produto na fabricação de embalagens flexíveis é um exemplo. Conforme dados da Abflexo, há uma projeção para que até o ano de 2020 exista um crescimento de 5,7% para o mercado desse tipo de embalagem.

Por isso, sabe-se que temos no polietileno uma das matérias-primas mais utilizadas em diversos setores, inclusive o industrial. Mas você conhece as características desse termoplástico? As suas variações? Sabe, de fato, o que é polietileno? 

Então, continue a leitura do nosso artigo até o final para esclarecer as suas dúvidas. Acompanhe!

 

O que é polietileno?

Esse polímero é termoplástico, ou seja, pode ser fundido a um líquido e depois reformado, retornando ao estado sólido. A sua síntese tem origem no etileno. Um composto obtido do petróleo ou de gás natural. 

Diversos produtos são feitos com o polietileno. Embalagens, filmes plásticos, espumas e as famosas garrafas plásticas. Além disso, existem inúmeras combinações que podem mesclar propriedades desse polímero com outras matérias-primas.

 

Quais as vantagens desse produto? 

Existem inúmeros benefícios na utilização desse polímero. Vamos listar alguma das suas principais características que o tornam bastante procurado pelas indústrias e empresas. 

  • É atóxico, ou seja, não é nocivo.
  • Tem alta resistência à tração, tensão e compressão.
  • É impermeável.
  • Bastante flexível.
  • Pode ser utilizado com outros polímeros mesclando características. 
  • Boa resistência a incidência de raios solares, quando comparado a outros polímeros.

Essa são algumas das características que fazem com que o polietileno seja empregado em vários produtos do nosso cotidiano. 

 

Como os polietilenos são classificados? 

Existem diversas classificações para polímeros originados dos polietilenos. Aqui, vamos demonstrar quais são os principais e as suas características. 

 

Polietileno de Baixa Densidade (PEBD) 

É uma versão mais leve e flexível, além de ser transparente e ter uma boa dureza. Máquinas de sopro — aquelas utilizadas para moldar garrafas pet — fazem um amplo uso desse material. As sacolas também são produzidas por esse polietileno de baixa densidade. 

 

Polietileno de Baixa Densidade Linear (PEBDL) 

Ao ser comparado com o PEBD, temos uma diferença marcante nas propriedades mecânicas. Ele possui maior dureza e tensão. Os canos utilizados em construções e embalagens de alimentos são objetos fabricados com esse produto. 

 

Polietileno de Alta Densidade (PEAD) 

Esse é bastante rígido. Possui resistência a altas temperaturas. Como exemplos de objetos em que ele é empregado, há os frascos, materiais hospitalares, brinquedos, tanques de água.

Percebeu como os utensílios possuem maior dureza? Essa é uma das principais características para diferenciá-lo dos outros polietilenos que foram descritos. 

 

A GOMA possui dois produtos fabricado com PoliEtileno de Alta Densidade, são eles:

Caixa de Correio Master

Caixa de Correio Pop

 

Polietileno de Média Densidade (PEMD) 

Ele é o intermediário entre o PEBD e o PEAD. Então, é esperado que ele compartilhe características comuns aos dois. Seu uso cresceu bastante com os ramos de engenharia. Por exemplo, tubos de distribuição de água e gás são feitos com esse polímero. 

Ele possui uma excelente resistência. Assim, os projetos que necessitam de maior rigidez e garantia de não rompimento optam por utilizar esse produto

Os polímeros estão presentes em vários produtos do dia a dia. Além disso, os plásticos são muito utilizados pelas empresas. Então, também é preciso pensar no seu descarte. Afinal, é preciso construir um mundo cada vez mais desenvolvido, mas que saiba preservar os seus recursos naturais.

Nosso artigo conseguiu esclarecer o que é polietileno para você? Então, aproveite para aprender mais e confira o nosso post sobre a reciclagem de plásticos agora mesmo.

 




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Revolução da organização de parafusos na loja de material de construção

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Como elaborar política de troca de produto na loja

    Quem está inserido no comércio, seja varejista, seja de atacado, tem que lidar com a troca de produto. Mas o que a legislação diz a respeito? Quais são as obrigações da loja? E os direitos dos consumidores? A questão é simples e bem definida do ponto de vista legal. Para lojas físicas, não é necessário permitir a troca ou a devolução em razão de arrependimento, gosto ou motivo pessoal, de forma que a possibilidade pode ser autorizada, ou não, conforme decisão do lojista em prazo e condições por ele especificadas. Entretanto, em caso de defeitos, para compras feitas pela internet ou catálogos, o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990) é claro. A troca ou devolução são obrigatórias em até sete dias contados a partir do recebimento do produto (por arrependimento ou qualquer outra razão). Nesses casos, a empresa é responsável pela devolução integral do valor pago e pelo custeio das taxas de transporte. Listamos abaixo quatro dicas que vão ajudar você a elaborar uma política de troca de produtos na sua loja. Confira quais são elas agora mesmo!   Exponha a sua política de troca e devolução Conforme explicamos acima, em casos de loja física, a troca de produto não é obrigatória, mas é de bom tom oferecer a possibilidade dentro de regras estabelecidas. Por isso, é importante, no ato da compra, que o vendedor informe ao cliente qual é a política de troca e de devolução da loja. Em geral, o prazo pode variar de 7 a 30 dias, mediante apresentação de cupom fiscal. Além de reforçar as condições para troca no ato do pagamento, outra dica é fixar próximo ao caixa um aviso explicando qual é o posicionamento da loja e as regras em situações desse tipo.     Gere um bom relacionamento Para gerar um bom relacionamento e garantir que a política de troca não seja um ponto de discordância entre clientes e loja, é preciso ser claro e objetivo. Definir bem as condições de troca e prazos, especificando as regras para produtos com ou sem defeito, se existe reembolso, troca imediata ou sistema de crédito e como ficam os custos para transporte do produto adquirido e que precisará ser devolvido é essencial. Mantendo as regras claras e um diálogo honesto, o lojista gera um bom relacionamento com o cliente e estabelece um vínculo de confiança, importante para que a relação comercial seja duradoura.   Promova um atendimento diferenciado Outra dica é promover um atendimento diferenciado. Isso é primordial para o sucesso da venda, já que, quanto mais personalizado for o atendimento, maiores são as chances de que a negociação seja satisfatória, ou seja, que as necessidades reais do cliente sejam supridas com a compra, eliminando a ocorrência de trocas.   Trabalhe o pós-venda Trabalhar o pós-venda também é relevante para cativar os clientes. Essa dica está diretamente ligada à anterior, sobre promover um atendimento diferenciado. O relacionamento entre consumidor e loja não termina no ato da compra, mas perdura durante a utilização das mercadorias adquiridas. Por isso, mantenha ações focadas no pós-venda, como criação de newsletter para alimentação de consumidores, programas de fidelização com vantagens para clientes mais ativos, uma simples ligação para checar se correu tudo bem com a entrega dos produtos etc. Ações simples fazem toda a diferença e auxiliam também na satisfação do consumidor com a loja e com os produtos, minimizando a ocorrência de trocas. Conforme mostramos ao longo do texto, elaborar a política de troca de produto não é complicado. Pelo contrário. Basta definir as regras com seriedade, garantir uma comunicação clara e direta sobre as normas, prestar um atendimento diferenciado e investir em ações de pós-venda. Dessa forma, a negociação tem tudo para transcorrer de maneira eficiente e o relacionamento entre loja e cliente tem tudo para perdurar. Gostou do nosso artigo sobre elaboração de política de trocas? Então que tal assinar nossa newsletter e receber periodicamente dicas sobre gestão e varejo?  

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Aprenda como montar uma vitrine!

  Além de oferecer produtos diferenciados, estabelecer o comércio em um ponto movimentado, definir ações de marketing, obter bom controle de estoque e fluxo de caixa, capacitar funcionários e manter os preços competitivos, o lojista precisa chamar atenção dos consumidores. Atraí-los. Para conquistar tal objetivo, é necessário saber como montar uma vitrine interessante. Isso porque, a vitrine é o principal cartão de visitas do comerciante e acertar na montagem faz com que um número maior de potenciais compradores entrem no estabelecimento. Aliando a decisão de entrada com os outros itens citados acima, como qualidade, preço e bom atendimento, o resultado é apenas um: o sucesso.   Quer aprender como montar uma vitrine eficiente? Confira as dicas que listamos abaixo agora mesmo! Conheça o seu público Antes de se preocupar em como montar uma vitrine, é preciso conhecer seu público. Saber, de fato, quem você quer atrair e o que você tem a oferecer a essa pessoa é primordial para criar uma vitrine que dialogue diretamente com ela. Por isso, tenha em mente o foco na solução, ou seja, em oferecer ao seu cliente ideal o que ele precisa.   Fique atento à iluminação Também é primordial ficar atento à iluminação. A luz é capaz de provocar sensações nos consumidores, valorizando produtos, criando ambientes atraentes, instigando-os. A iluminação amarela, por exemplo, cria ares intimistas e de acolhimento, enquanto a iluminação branca é alegre e vibrante. Além de impactar na atmosfera da vitrine, a iluminação é capaz de valorizar produtos, por meio de spots direcionados ou giratórios. A técnica é eficaz na medida em que faz com que o consumidor dê mais atenção aos produtos mais interessantes para o lojista, como itens promocionais, itens sazonais ou itens em grande volume no estoque.   Evite exageros A vitrine é o cartão de visitas da loja e, por isso, deve conter informações na medida certa. Não é interessante incluir dezenas de produtos na vitrine. É preciso planejar a disposição dos itens de maneira harmônica, sem deixar muito espaço inutilizado ou criar um ambiente tumultuado. O objetivo é produzir uma vitrine que mostre o que o consumidor quer ver e o instigue a entrar no estabelecimento e não criar um catálogo de produtos.     Relacione os produtos entre si A vitrine que relaciona produtos entre si é muito mais eficiente. Isso porque desperta sensações de desejo no consumidor, mostrando como diferentes itens são complementares de uma maneira simples, didática, objetiva e visual.     Evite os erros comuns Os principais erros cometidos por lojistas que não sabem bem como montar uma vitrine são: a desorganização; a falta de planejamento estratégico na montagem; o não acompanhamento das tendências; a "propaganda enganosa". Criar uma vitrine desorganizada passa impressão de falta de profissionalismo. Falhar no planejamento estratégico cria um aspecto de desordem. Não acompanhar as tendências mostra que o lojista não se preocupa e não analisa a concorrência, enquanto oferecer produtos que não estão disponíveis faz com que o consumidor sinta-se enganado. Conforme mostramos neste post, saber como montar uma vitrine interessante é primordial para o sucesso da loja. Conhecendo seu público, ficando atento à iluminação, evitando exageros, criando uma combinação harmoniosa e evitando os erros mais comuns, certamente, você vai montar uma vitrine capaz de levar muitos consumidores para dentro da loja! Gostou das nossas dicas sobre como montar uma vitrine? Então, que tal aprender  a criar promoções e aumentar as vendas? Veja como fazer a lucratividade da loja crescer de maneira saudável e eficiente!

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